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<title>2009: XIII Seminario de la Asociación Latino-Iberoamericana de Gestión Tecnológica</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/9</link>
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<pubDate>Sat, 09 May 2026 06:26:57 GMT</pubDate>
<dc:date>2026-05-09T06:26:57Z</dc:date>
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<title>¿Perdió Monsanto Con La Soja RR en Argentina?</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/443</link>
<description>¿Perdió Monsanto Con La Soja RR en Argentina?
Sztulwark, Sebastián; Braude, Hernán
El trabajo
analiza por qué Monsanto, la firma líder a nivel mundial de la
biotecnología agrícola, no pudo apropiarse de una porción significativa de la renta
de innovación que surgió de la adopción en Argentin
a de la soja resistente al
glifosato (“RR”). Para ese fin se analizan las condiciones de apropiación del caso,
distinguiendo tres dimensiones complementarias:
tecnológica, legal y del
comando entre agentes privados. Partiendo de la situación vigente
previo
al
lanzamiento comercial
de la soja RR, el trabajo
desarrolla una crónica del conflicto
por la apropiación de la renta innovativa, considerando las acciones emprendidas
por los principales agentes involucrados, con especial referencia a la estrategia
desa
rrollada por Monsanto y la respuesta del Estado argentino. El trabajo
concluye que, si bien en un primer momento pudo captar renta a través de la
venta de un producto complementario (el glifosato), la empresa no logró modificar
las condiciones de apropiaci
ón a su favor. Sin embargo, la transformación de la
práctica productiva del agricultor, dada por la adopción masiva de la nueva
tecnología, constituye un paso decisivo para en el futuro acercar las condiciones
de apropiación a los intereses de las empresas
que controlan la innovación en
biotecnología agrícola.
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<guid isPermaLink="false">https://hdl.handle.net/20.500.13048/443</guid>
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<title>Cooperação e Inovação no Brasil e na União Européia: Uma Análise Comparativa, a Partir das Evidências Estatísticas da PINTEC 2005 e do CIS 4</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/441</link>
<description>Cooperação e Inovação no Brasil e na União Européia: Uma Análise Comparativa, a Partir das Evidências Estatísticas da PINTEC 2005 e do CIS 4
Oliveira, Vanessa Parreiras
O objetivo deste trabalho é identificar as principais características dos processos cooperativos voltados à inovação das empresas brasileiras, comparando-os às evidências estatísticas disponíveis para as empresas de 27 países da União Européia no Fourth Community Innovation Survey (CIS 4), referente ao período de 2002 a 2004. No caso brasileiro, as informações utilizadas foram obtidas a partir de tabulações da Pesquisa de Inovação Tecnológica (PINTEC) 2005, referentes às atividades inovativas de empresas entre os anos de 2003 e 2005. Este trabalho encontra-se embasado em levantamento de informações sobre atividades inovativas coletadas em pesquisas de inovação que possuem como referência conceitual e metodológica o Manual de Oslo e procura identificar e caracterizar a articulação existente entre o esforço e o desempenho inovativo das empresas e os seus processos cooperativos com os diferentes agentes do sistema nacional de inovação (NSI), sejam eles outras empresas (concorrentes, fornecedores e clientes ou consumidores) ou instituições (universidades e institutos de pesquisa, etc.). Levando em consideração as especificidades das dinâmicas inovativas setoriais, a análise realizada identificou importantes diferenciais no padrão de inovação vigente nas empresas européias, quando comparado com o das empresas brasileiras. O primeiro deles refere-se à maior propensão a inovar das empresas européias, evidenciada pelas taxas de inovação superiores e pela elevada participação da aquisição de máquinas e equipamentos na estrutura dos gastos realizados com inovações pelas empresas brasileiras. Outra característica distintiva da dinâmica inovativa das empresas européias diz respeito à maior interação entre essas empresas e os demais agentes do NSI, percebida nos resultados sobre as relações de cooperação estabelecidas nos projetos de inovação com outras empresas e instituições.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Sustentabilidade do Programa Brasileiro de DST/Aids: análise da capacidade de oferta e preços dos medicamentos antiretrovirais</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/444</link>
<description>Sustentabilidade do Programa Brasileiro de DST/Aids: análise da capacidade de oferta e preços dos medicamentos antiretrovirais
Lopes, Rodrigo; Hasenclever, Lia
O Brasil destaca-se entre os países que possuem uma política ativa de combate a AIDS e tem chamado à atenção da comunidade internacional e despertado o interesse por estudos e pesquisas. O objetivo central do trabalho é analisar a sustentabilidade do Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Aids (PN DST/Aids) no longo prazo, considerando a capacidade de oferta de ARVs e a evolução dos preços dos mesmos frente à necessidade crescente de atender a novos pacientes, incorporar novas tecnologias e medicamentos e dar continuidade ao tratamento dos pacientes os já atendidos. Para alcançar o objetivo proposto será mostrada a evolução dos preços pagos pelo PN DST/Aids entre 2000 e 2008 e elaborada uma comparação entre os preços praticados no Brasil e nas compras feitas por organizações internacionais, como OMS (Organização Mundial da Saúde) e MSF (Médicos sem Fronteiras). Entre os principais resultados destacam-se o fato de que apesar da redução dos preços dos ARVs no período analisado, o Brasil ainda paga pelos seus antiretrovirais um preço acima do praticado internacionalmente pelos organismos internacionais.
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<pubDate>Thu, 01 Jan 2009 00:00:00 GMT</pubDate>
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<dc:date>2009-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O empreendedor brasileiro no mapa tecnológico de países em desenvolvimento</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/442</link>
<description>O empreendedor brasileiro no mapa tecnológico de países em desenvolvimento
Da Cunha, Sieglinde Kindl; Bulgacov, Yara; Meza, Maria Lucia
: Este artigo tem por objetivo analisar o potencial de inovação do
empreend
edor brasileiro, comparando as condições empreendedoras em relação
aos países da América Latina e do BRIS (Brasil, Rússia, Índia e África do Sul).
Utilizou
-
se o modelo de potencial de inovação e risco elaborado pelos autores, que
adapta a matriz de mercado
tecnológico de Thukral et al (2008) às informações de
potencial de inovação da pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor). Os
resultados mostram que o Brasil esta na contramão do caminho delineado pelos
empreendedores dos países em desenvolvimento. No
Brasil 84% dos
empreendedores só lançam produtos conhecidos no mercado, 65% tem muitos
concorrentes, 98% utilizam tecnologias disponíveis, 85% não possuem expectativa
de exportar. São empreendedores por necessidade que em função do ambiente
econômico, for
mação, fatores culturais e sociais, idade e renda só conseguem se
estabelecer em atividades para atender de forma complementar a um mercado de
produtos já existente. Normalmente são empreendimentos não inovadores, que se
instalam em atividades de fácil ace
sso, sem barreiras à entrada, que exigem baixos
investimentos em capital fixo e em atividades que representam menores riscos.
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