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<title>2019: XVIII Congreso Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/14</link>
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<dc:date>2026-05-26T12:49:56Z</dc:date>
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<title>Políticas de inovação pelo lado da demanda no Brasil: uma discussão sobre as PDPs da saúde e as encomendas tecnológicas</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/1879</link>
<description>Políticas de inovação pelo lado da demanda no Brasil: uma discussão sobre as PDPs da saúde e as encomendas tecnológicas
De Carvalho, Pollyana
As políticas de inovação pelo lado da oferta tem se esgotado sem demonstrar os efeitos esperados mesmo com um montante significativo de recursos públicos investidos no Brasil. Diante da crise econômica recente e da escassez de recursos públicos para tais políticas, surge a necessidade de demonstrar a efetividade das políticas públicas e empregar com maior eficácia as compras públicas, por isso, as políticas de inovação pelo lado da demanda emergem com um horizonte repleto de oportunidades para o Brasil nos diferentes setores e órgãos públicos. Com esta preocupação, este trabalho discute uma política que se insere no bojo das políticas de inovação pelo lado da demanda – as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), com destaque para a modalidade das PDPs de P&amp;D&amp;I, aquelas em que há de fato uma novidade mundial e um risco tecnológico elevado, que tem sido implementadas pelo Ministério da Saúde (MS) no Brasil. Assim, o objetivo deste trabalho foi discutir e analisar a trajetória evolutiva de uma das políticas de inovação pelo lado da demanda existentes no Brasil, as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo, especificamente na modalidade das PDPs de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&amp;D&amp;I) para que seja possível compará-las com as possibilidades do instrumento de encomendas tecnológicas (ETECs) recém-viabilizado pelo decreto de 2018. A metodologia foi essencialmente exploratória e descritiva com sistematização e exame dos dados publicados pelo Ministério da Saúde que são atualizados periodicamente. A pesquisa demonstrou que as PDPs de P&amp;D&amp;I se reduziram ao longo do período entre 2012 e 2019, diante de suas características específicas e da ausência de legislação detalhada. Isso, por outro lado, abre um horizonte de expansão para a adoção das encomendas tecnológicas (ETECs) na saúde, mas é necessário avançar em critérios norteadores, além do nível de maturidade tecnológica, diante da complexidade tecnológica e dinamismo acelerado intrínsecos da indústria farmacêutica.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Evolución de los Centros de Desarrollo Tecnológico en Colombia y su relacionamiento con los respectivos sectores de la producción</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/1880</link>
<description>Evolución de los Centros de Desarrollo Tecnológico en Colombia y su relacionamiento con los respectivos sectores de la producción
Chaparro, Fernando
Este artículo analiza la evolución de los Centros de Desarrollo Tecnológico (CDT) relacionados con sectores de la producción en Colombia, desde el modelo de Instituto de Investigación público que predominó en la segunda mitad del siglo XX, hasta los Centros Tecnológicos relacionados con cadenas de producción específicas que hoy existen. Actualmente se confrontan dos grandes desafíos a nivel mundial que están reviviendo el interés en los CDTs: el desafío del desarrollo sostenible, por un lado, y la cuarta Revolución Industrial con una amplia gama de nuevas tecnologías que de ella se derivan, por el otro. Esto requiere que las empresas y cadenas de producción en Colombia evolucionen hacia niveles tecnológicamente avanzados y sostenibles, para lo cual se requiere apoyo tecnológico que facilite la innovación. El artículo analiza las características que tienen los CDTs del sector agropecuario y los CDTs del sector industrial. Con base en el análisis realizado en este artículo de la evolución de los CDTs en Colombia y de los factores que han incidido en ella, se plantean tres opciones estratégicas para fortalecer los CDTs en el próximo futuro.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Interação entre Empresas e Instituições de Ciência e Tecnologia: O caso de uma Agência de Fomento</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/1878</link>
<description>Interação entre Empresas e Instituições de Ciência e Tecnologia: O caso de uma Agência de Fomento
Pereira, Daniel; Borges, Thiago; Yates, Sergio; De Oliveira, Guilherme; Vinicius, Marcus
No início dos anos 2000, a política de inovação começou a fazer parte do contexto brasileiro de ciência e tecnologia. Por ser formulada neste ambiente, esta política mostrou pouca conexão com o meio empresarial. Dessa forma, o financiamento de atividades de inovação a partir de um conselho de pesquisa pode apresentar nuances que requerem um olhar crítico. Este artigo traz um panorama geral sobre a evolução do ambiente de ciência, tecnologia e inovação no Brasil e contextualiza questões observadas na análise do caso da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro no período de 2007 a 2017. A referida fundação foi criada como uma agência de financiamento para atividades científicas e, duas décadas após a sua criação, incorporou uma nova diretoria para cuidar especificamente de ações voltadas para a inovação. A análise apresentada traz 50 editais com foco em inovação em empresas e 2.217 projetos contemplados ao longo desse período. Em uma análise aprofundada sobre esses projetos, verifica-se que apenas 6% são projetos executados por empresas em parceria com ICTs. A imensa maioria das propostas trazem os atores de forma isolada, dificultando o processo de inovação tecnológica. Nas conclusões, são refletidas as decisões estratégicas tomadas pela fundação no financiamento destas atividades, optando por alargar o conceito de inovação para aumentar o alcance das políticas realizadas. Por consequência, as sinergias entre atividades científicas e de inovação se embaçam, gerando impactos na governança do processo como um todo.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Oportunidades e Desafios para o Desenvolvimento de uma Política de Inovação Orientada a Missões com base nos ODS: A experiência da Diretoria de Tecnologia da FAPERJ</title>
<link>https://hdl.handle.net/20.500.13048/1873</link>
<description>Oportunidades e Desafios para o Desenvolvimento de uma Política de Inovação Orientada a Missões com base nos ODS: A experiência da Diretoria de Tecnologia da FAPERJ
De Oliveira, Guilherme; Rosado, Caetano; De Vasconcellos, Mauricio
Os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), lançados pela ONU em 2015, englobam um conjunto de desafios capazes de serem transformados em problemas concretos, servindo como vetores para a formulação de políticas de inovação orientadas a missões. As Agências de Fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação desempenham papel-chave na implementação de tais políticas, atuando como pontes entre os atores responsáveis por desenhar as políticas de inovação e aqueles que executam as atividades de inovação e empreendedorismo. O Estado do Rio de Janeiro atravessa uma severa crise econômica e social, entretanto, possui potencial para desenvolver uma política de inovação orientada a missões voltada para a solução de desafios socioeconômicos. Principal agência de C,T&amp;I do estado, a FAPERJ pode desempenhar um papel estratégico neste processo. Neste sentido, o presente artigo tem como principal objetivo discutir as oportunidades e desafios para o desenvolvimento de uma política de inovação orientada a missões baseada nos ODS, tendo como foco a experiência recente da Diretoria de Tecnologia da FAPERJ. Para tanto, será feita uma revisão bibliográfica acerca do papel das agências de inovação e das políticas de inovação orientadas a missões. A parte empírica do artigo será baseada em uma pesquisa documental, bem como no Planejamento Estratégico feito para a Diretoria da Tecnologia para o triênio 2019-2021. As principais conclusões apontam que o ERJ possui desafios socioeconômicos possíveis de embasarem uma estratégia de inovação voltada para a solução de problemas; a fragmentação do cenário institucional do estado se coloca como uma oportunidade e um desafio para a elaboração de políticas de inovação orientadas a missões; a complexidade dos desafios societais também dificulta a formulação destas políticas; e a construção de indicadores e métricas para mensurar o impacto de tais políticas é bastante desafiadora.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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