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<title>2019: XVIII Congreso Latino-Iberoamericano de Gestión Tecnológica</title>
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<title>Evolución de los Centros de Desarrollo Tecnológico en Colombia y su relacionamiento con los respectivos sectores de la producción</title>
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<name>Chaparro, Fernando</name>
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<updated>2021-11-29T17:15:22Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Evolución de los Centros de Desarrollo Tecnológico en Colombia y su relacionamiento con los respectivos sectores de la producción
Chaparro, Fernando
Este artículo analiza la evolución de los Centros de Desarrollo Tecnológico (CDT) relacionados con sectores de la producción en Colombia, desde el modelo de Instituto de Investigación público que predominó en la segunda mitad del siglo XX, hasta los Centros Tecnológicos relacionados con cadenas de producción específicas que hoy existen. Actualmente se confrontan dos grandes desafíos a nivel mundial que están reviviendo el interés en los CDTs: el desafío del desarrollo sostenible, por un lado, y la cuarta Revolución Industrial con una amplia gama de nuevas tecnologías que de ella se derivan, por el otro. Esto requiere que las empresas y cadenas de producción en Colombia evolucionen hacia niveles tecnológicamente avanzados y sostenibles, para lo cual se requiere apoyo tecnológico que facilite la innovación. El artículo analiza las características que tienen los CDTs del sector agropecuario y los CDTs del sector industrial. Con base en el análisis realizado en este artículo de la evolución de los CDTs en Colombia y de los factores que han incidido en ella, se plantean tres opciones estratégicas para fortalecer los CDTs en el próximo futuro.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Interação entre Empresas e Instituições de Ciência e Tecnologia: O caso de uma Agência de Fomento</title>
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<name>Pereira, Daniel</name>
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<name>Borges, Thiago</name>
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<name>Yates, Sergio</name>
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<name>De Oliveira, Guilherme</name>
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<updated>2021-11-29T17:15:21Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Interação entre Empresas e Instituições de Ciência e Tecnologia: O caso de uma Agência de Fomento
Pereira, Daniel; Borges, Thiago; Yates, Sergio; De Oliveira, Guilherme; Vinicius, Marcus
No início dos anos 2000, a política de inovação começou a fazer parte do contexto brasileiro de ciência e tecnologia. Por ser formulada neste ambiente, esta política mostrou pouca conexão com o meio empresarial. Dessa forma, o financiamento de atividades de inovação a partir de um conselho de pesquisa pode apresentar nuances que requerem um olhar crítico. Este artigo traz um panorama geral sobre a evolução do ambiente de ciência, tecnologia e inovação no Brasil e contextualiza questões observadas na análise do caso da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro no período de 2007 a 2017. A referida fundação foi criada como uma agência de financiamento para atividades científicas e, duas décadas após a sua criação, incorporou uma nova diretoria para cuidar especificamente de ações voltadas para a inovação. A análise apresentada traz 50 editais com foco em inovação em empresas e 2.217 projetos contemplados ao longo desse período. Em uma análise aprofundada sobre esses projetos, verifica-se que apenas 6% são projetos executados por empresas em parceria com ICTs. A imensa maioria das propostas trazem os atores de forma isolada, dificultando o processo de inovação tecnológica. Nas conclusões, são refletidas as decisões estratégicas tomadas pela fundação no financiamento destas atividades, optando por alargar o conceito de inovação para aumentar o alcance das políticas realizadas. Por consequência, as sinergias entre atividades científicas e de inovação se embaçam, gerando impactos na governança do processo como um todo.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>Políticas de inovação pelo lado da demanda no Brasil: uma discussão sobre as PDPs da saúde e as encomendas tecnológicas</title>
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<name>De Carvalho, Pollyana</name>
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<updated>2021-11-29T17:15:22Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">Políticas de inovação pelo lado da demanda no Brasil: uma discussão sobre as PDPs da saúde e as encomendas tecnológicas
De Carvalho, Pollyana
As políticas de inovação pelo lado da oferta tem se esgotado sem demonstrar os efeitos esperados mesmo com um montante significativo de recursos públicos investidos no Brasil. Diante da crise econômica recente e da escassez de recursos públicos para tais políticas, surge a necessidade de demonstrar a efetividade das políticas públicas e empregar com maior eficácia as compras públicas, por isso, as políticas de inovação pelo lado da demanda emergem com um horizonte repleto de oportunidades para o Brasil nos diferentes setores e órgãos públicos. Com esta preocupação, este trabalho discute uma política que se insere no bojo das políticas de inovação pelo lado da demanda – as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), com destaque para a modalidade das PDPs de P&amp;D&amp;I, aquelas em que há de fato uma novidade mundial e um risco tecnológico elevado, que tem sido implementadas pelo Ministério da Saúde (MS) no Brasil. Assim, o objetivo deste trabalho foi discutir e analisar a trajetória evolutiva de uma das políticas de inovação pelo lado da demanda existentes no Brasil, as Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo, especificamente na modalidade das PDPs de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (P&amp;D&amp;I) para que seja possível compará-las com as possibilidades do instrumento de encomendas tecnológicas (ETECs) recém-viabilizado pelo decreto de 2018. A metodologia foi essencialmente exploratória e descritiva com sistematização e exame dos dados publicados pelo Ministério da Saúde que são atualizados periodicamente. A pesquisa demonstrou que as PDPs de P&amp;D&amp;I se reduziram ao longo do período entre 2012 e 2019, diante de suas características específicas e da ausência de legislação detalhada. Isso, por outro lado, abre um horizonte de expansão para a adoção das encomendas tecnológicas (ETECs) na saúde, mas é necessário avançar em critérios norteadores, além do nível de maturidade tecnológica, diante da complexidade tecnológica e dinamismo acelerado intrínsecos da indústria farmacêutica.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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<title>O desempenho dos anos iniciais de atuação dos primeiros Institutos de Tecnologia e  Inovação do SENAI (SC)</title>
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<name>Marcondes, Beatriz</name>
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<name>Siqueira, Fred</name>
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<name>Porto, Flamaryon</name>
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<name>Hermann, Rolf</name>
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<updated>2021-11-29T17:15:22Z</updated>
<published>2019-01-01T00:00:00Z</published>
<summary type="text">O desempenho dos anos iniciais de atuação dos primeiros Institutos de Tecnologia e  Inovação do SENAI (SC)
Marcondes, Beatriz; Siqueira, Fred; Porto, Flamaryon; Hermann, Rolf
O aumento da concorrência no cenário global, nas últimas décadas, tem provocado adaptações e reestruturações das organizações, levando os países a buscarem estratégias para aumentarem a sua competitividade. A inovação mostra-se como diferencial na dinâmica competitiva, determinando o desenvolvimento de nações, regiões e organizações. As organizações não conseguem inovar de forma isolada, pois, além das competências internas, são necessárias competências externas que, por sua vez, requerem interação e cooperação com diferentes atores para gerar mais conhecimento. Diante disto, o presente trabalho tem por objetivo analisar o desempenho dos anos iniciais de atividades dos primeiros Institutos de Tecnologia e Inovação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Santa Catarina (SENAI/SC) – no Brasil. No que diz respeito às políticas públicas de inovação, assinala-se que sua principal proposta está na implantação de Institutos de Tecnologia e Inovação, criando, assim, uma perspectiva positiva em relação ao Sistema Regional Catarinense. Em termos metodológicos, trata-se de um estudo exploratóriodescritivo, por meio de um levantamento bibliográfico sobre o referencial analítico dos Sistemas Nacionais de Inovação, Sistemas Regionais de Inovação, e Políticas Indústrias, bem como de indicadores de desempenho dos primeiros institutos, durante o período de 2012 a 2015. Quanto aos resultados, fez-se um breve relato do surgimento do SENAI/SC e da criação de seus Institutos de Tecnologia e de Inovação. Também, analisou-se o desempenho dos primeiros institutos, sendo possível observar uma evolução das horas de serviços de tecnologia e inovação contratados pelas indústrias catarinenses, bem como identificar os principais serviços ofertados por cada um deles. Conclui-se que os Institutos Catarinenses têm se mostrado em consonância com as necessidades das indústrias, conseguindo estimular a geração de conhecimento científicos e tecnológicos.
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<dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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